Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde
Blogacervo

Engravidei, e agora?

27 de março de 2025 · 2 min de leitura

Um teste de gravidez positivo pode trazer emoções diversas e ambíguas na vida de uma pessoa. A cartilha “Engravidei, e agora?” é o ponto de partida para oferecer informação confiável, acolhimento humanizado e orientações sobre todas as escolhas possíveis diante de uma gestação. No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, nosso objetivo é que cada pessoa tenha autonomia para decidir, com segurança e suporte, o que é melhor para sua vida e saúde, compreendendo todos os caminhos possíveis.

Muitas pessoas procuram informações sobre legislação e saúde reprodutiva, com perguntas como o que a lei diz sobre gravidez indesejada, quais são os direitos da mulher em caso de violência sexual, como funciona a entrega protegida para adoção e o que são direitos reprodutivos. Também surgem dúvidas sobre as opções legais para gravidez indesejada, a lei sobre direitos da gestante, a violência obstétrica e todos esses assuntos são fundamentais para garantir autonomia e proteção em todas as fases da vida reprodutiva.

Um teste de gravidez positivo pode trazer muitas emoções e dúvidas. A pergunta “E agora?” é comum, e a resposta não é única. No Brasil, você tem o direito de conhecer e decidir entre diferentes caminhos legais e seguros. Para te ajudar a entender todas as suas opções de forma clara e acolhedora, o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde preparou a cartilha.

“Engravidei, e agora? Saiba quais são os seus direitos”.

Este guia é um mapa completo sobre as três alternativas que você tem diante de uma gestação: seguir com a gravidez e exercer a parentalidade, realizar a entrega protegida para adoção ou interromper a gestação nos casos previstos em lei. Detalhamos as situações em que o aborto é permitido no país, como em casos de violência sexual, risco à vida da gestante ou anencefalia fetal, e desmistificamos mitos importantes. Nosso objetivo é que você tenha informação confiável, e sem julgamentos, para tomar a decisão que seja melhor para sua vida, com autonomia, segurança e apoio.

 

Nesta cartilha, você vai encontrar informações claras sobre:

  • As 3 alternativas legais diante de uma gravidez: parentalidade, entrega para adoção e interrupção legal.
  • Os casos em que a interrupção da gestação é permitida no Brasil (aborto legal) e como acessar o serviço.
  • Seus direitos: não há limite de idade gestacional para o aborto legal e não é preciso boletim de ocorrência ou autorização de um juiz.
  • Como funciona a entrega protegida para adoção, um procedimento sigiloso e amparado por lei.
  • A quem recorrer caso seu direito ao atendimento seja negado.
Continue lendo

Mais do CFSS

Ver todo o blog →
acervo29 de julho de 2025

Cartilha Climatério e Menopausa

No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, entendemos o climatério e a menopausa como fases naturais da vida, que podem começar até 10 anos antes ou depois do fim da menstruação. Nossas consultas oferecem um atendimento integral, que vai além da lógica de medicalização, priorizando a escuta, o compartilhamento de informações e a construção de autonomia, possibilitando que cada pessoa decida o que precisa (ou não) para esse momento da vida.

Ler →
acervo07 de julho de 2025

Eu acolho: Profissionais da saúde no enfrentamento à violência sexual

A violência sexual é um problema grave no Brasil, e você, como profissional de saúde, ocupa uma posição estratégica para identificar e apoiar essas pessoas. A cartilha “Eu Acolho: profissionais da saúde no enfrentamento à violência sexual” foi elaborada como ferramenta prática para apoiar profissionais que atuam no SUS, especialmente na Atenção Básica, no acolhimento de mulheres, meninas e pessoas que gestam em situações de violência sexual.

Ler →
acervo30 de maio de 2025

Eu acolho: Profissionais da saúde pela garantia dos direitos reprodutivos

Você sabe como acolher gestantes em situações de gravidez indesejada? O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde produziu essa cartilha, que traz orientações para reduzir o estigma, apoiar decisões seguras e reduzir os riscos e as complicações de saúde decorrentes de abortos inseguros. Um recurso essencial para garantir acolhimento humanizado, informação confiável e direitos reprodutivos respeitados.

Ler →